quarta-feira, 16 de julho de 2014

“Arte para principiantes”,

Este foi o título usado para o artigo sobre o jogo Pokémon Art Academy, publicado pela revista “J”, revista que sai ao domingo com o jornal ”O Jogo”.

  Poderia fazer aqui uma dissertação sobre o artigo, mas nada melhor que o original, que de uma forma inteligente e humorística consegue descrever o jogo quase na perfeição.


  “Quem sabe desenhar costuma dizer que é tudo uma questão de prática, mas o talento deve ter alguma coisa a ver com o assunto. Afinal, ao fim de tantos anos de prática, os meus desenhos continuam a parecer exactamente iguais aos que fazia na quarta classe, mas é desta que a coisa muda. Pokémon Art Academy propõe-se a ensinar a desenhar… Pokémon.
Bem sei que parece algo limitado, mais ou menos como se Vincent Van Gogh apenas pudesse desenhar flores, mas, antes que comecem todos a cortar orelhas a torto e a direito, talvez seja melhor dar-lhe o benefício da dúvida. 

  O jogo – apesar de tudo é um jogo – oferece três níveis de dificuldade, começando com simples retratos unidimensionais de alguns dos Pokémon mais conhecidos, e evoluindo para a utilização de várias técnicas de pintura, como aguarela, pastel e por aí fora. Os níveis mais avançados convidam a misturar várias técnicas diferentes e, por fim, a tentar desenhar sem ajudas, embora sempre com o apoio de um guia passo a passo que evita eventuais descarrilamentos. Cada nível termina com o desenho de Pikachu, o mais famoso de todos os Pokémon, utilizando as técnicas aprendidas, com o resultado final a ser transferido para uma espécie de carta Pokémon, com a opção de acrescentar um fundo pré desenhado que, normalmente, garante que o resultado final seja bastante mais impressionante do que seria de supor.


  Claro que a dimensão e até a definição do ecrã da Nintendo 3DS coloca alguns obstáculos, mas os programadores fizeram o possível para contornar esses problemas com a utilização de várias ferramentas que tornam tudo um pouco mais fácil.
Pokémon Art Academy é um jogo apontado a uma audiência muito específica de fãs da série. Os mais experientes nestas coisas do desenho podem achá-lo demasiado limitado, mas para quem está apenas a começar é o ideal”

  Para nós, fãs, encontrar um artigo sobre Pokémon numa revista que não se dedica especificamente a videojogos é algo que não se vê todos os dias, é sinal que a nossa comunidade está a crescer e a ser vista com outros olhos na sociedade.



Abraços a todos os treinadores que como eu, só querem “catch them all!”
Tutan Green ^^

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