Análise: Pokémon Twilight Wings – Ep. 2: ‘Training’

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Boas, minha gente!

Continuamos com a nossa análise de Pokémon: Twilight Wings, a mini-série animada que foi lançada em 2020. Este é o episódio 2 (podem ler a análise ao episódio 1 aqui), e sem mais demoras, vamos à razão que aqui nos traz.

Episódio 2 – Training

Este episódio começa com a Oleana a falar ao telefone, com alguém que pouco depois descobrimos ser Bea, a Líder de Ginásio do tipo Lutador. Como devem estar lembrados, ela sofreu uma derrota contra o Leon no episódio anterior, e decidiu treinar na Wild Area durante alguns dias, que é a razão da sua chamada. A carta que John escreveu ao Presidente Rose está na secretária de Oleana, quase coberta por livros, quase fora de vista.

É então que vemos Bea. Ela está num Flying Taxi, a sobrevoar uma parte da Wild Area que está atualmente a ser assolada por uma tempestade de areia. Depois de alguma turbulência, o telemóvel de Bea cai para o chão do táxi, deixando-a incontactável sem que esta saiba. Bea salta do táxi e lança 3 Ultra Balls, que contêm 3 dos seus Pokémon do tipo Lutador: Machop, Machoke e Machamp.

A Bea veio para a Wild Area para treinar, e não há tempo a perder. Pouco depois de chegar, ela ouve um barulho, onde ela vê o objetivo do seu treino, vencer Leon e Charizard, mas que na verdade é apenas um Rhydon. E é então que Bea e os seus Pokémon partem para o ataque.

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Segue-se uma montagem de treino, ao estilo de Rocky, em que vemos os vários regimes de treino de Bea e da sua equipa: artes marciais, flexões com pesos nas costas e corrida, e em todas estas modalidades Bea dá tudo de si. Quando os seus Pokémon já estão exaustos, ela continua a treinar, e não pára nem mesmo quando o seu Machop lhe vai entregar algo para comer.

Durante uma luta de treino com o seu Machamp, ainda por cima à chuva, Machamp desfere um golpe mais forte que acaba por lesionar Bea. Pouco depois, já abrigada dentro de uma caverna, Bea faz um curativo à sua mão, e está decidida em retomar o treino com o seu Machamp, mas ao ver a sua Treinadora a queixar-se de dores, Machamp não obedece. E é então que surge uma derrocada.

Bea e Machop tentam remover as pedras do caminho, mas sem êxito e acabam por desistir. Bea procura pelo seu telemóvel na mochila, mas não encontra nada, e lembra-se que o telemóvel ficou no táxi. Sem querer admitir a derrota, Bea agarra na mochila e começa a andar, à procura de outra saída. Os seus Pokémon estão visivelmente preocupados.

Bea caminha até não poder caminhar mais, e depois continua a caminhar, até cair num deslizamento de terra. E como se o timing não fosse já fantástico, a sua lanterna deixa de funcionar. Ela chegou ao seu limite.

Mas o ditado já é antigo: “É apenas na escuridão mais negra, que as estrelas mais cintilam.” Ou algo assim do género. Bea repara que o sítio onde caiu está repleto de minerais que brilham como estrelas, e tem um profundo momento de reflexão.

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Bea pede desculpa aos seus Pokémon e reconhece que foi uma péssima Treinadora e que se continuar neste caminho, não conseguirá vencer ninguém, muito menos o Leon. Machop entrega-lhe uma barra de proteínas, que Bea recebe e agradece. E é após dar uma trinca na barra de proteínas que Bea vê que o embrulho da barra está a reluzir. Se reluz, tem de haver uma fonte de luz!

Bea sobe pelo sítio de onde caiu e descobre que há luz lá fora. Ao começar a tirar as pedras que tapavam a saída, Bea é quase esmagada, se não tivesse sido salva pelos seus Pokémon. Quando conseguem sair da caverna, Bea é surpreendida pelo Corviknight do Flying Taxi, e pelo condutor que lhe entrega o seu telemóvel, e quando este lhe pergunta o que é que ela estava a fazer ali, Bea só responde que se estavam a guardar da chuva.

E é ao som daquela música fantástica que vemos cenas do episódio num estilo de arte diferente, que não ficariam nada mal no museu de Lumiose.

Análise do episódio

Quando vi este episódio, em Fevereiro de 2020, foi quando fui realmente conquistado pela série.

Quando me perguntam o que é que gosto mais em Pokémon, a minha resposta pronta baseia-se na minha “carreira” como shiny hunter; a vertente do colecionismo. E em parte é verdade, não o nego. Mas além disso também há outra coisa. É aquilo que Pokémon ensina.

Pokémon ensinou a muitas crianças mundo fora que desistir não é opção. Que cada discussão ou debate tem dois lados, e que nenhum deles tem todos os factos. Há inúmeras citações excelentes vindas algures da franquia Pokémon. Até o próprio Mewtwo já foi citado por um político americano. Tenho a certeza que há muita gente que tem como lema de vida uma frase qualquer que leu enquanto jogava Pokémon.

Mas para mim, a melhor citação é esta:

“It’s not by rejecting different ideas, but by accepting different ideas that the world creates a chemical reaction. This is truly the formula for changing the world.”

“Não é ao rejeitar ideias diferentes, mas ao aceitá-las que o mundo cria uma reação química. Esta é verdadeiramente a fórmula para mudar o mundo.”

N, Pokémon Black

E fico-me por aqui, minha gente! Sempre que existirem novidades do mundo Pokémon, contem com o Poké Center Blog para vos informar.

Até à próxima!



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